Ah, a maconha! A vilã de tantas histórias e motivo de polêmicas ao longo dos anos. Se a sociedade fosse um filme, a maconha certamente seria aquele personagem mal compreendido que todos adoram julgar sem realmente conhecê-lo bem.
Imagine que a maconha é aquele primo distante que só aparece nas festas de chinelo e com um ar de quem está sempre relaxado demais. Algumas pessoas adoram sua companhia porque ele arranca risadas como ninguém, já outras franzem o cenho e cochicham pelos cantos, chamando o de vagabundo e desocupado.

A verdade é que a sociedade adora achar vilões, e a maconha caiu como uma luva nesse papel. Talvez seja porque ela desafia o status quo, propondo uma vida sem tanto estresse, o que, convenhamos, pode ser uma ameaça à ideia de que você se matar de trabalhar para ser alguém na vida.
Algumas teorias conspiratórias sugerem que foram os agricultores do algodão que criaram uma campanha contra o cânhamo por medo de que o mundo descobrisse o segredo dessa fibra que é mais melhor e mais barata.
Seja como for, a sociedade ainda não decidiu em definitivo. Continuamos nesse enigma coletivo: deixamos os jovens enchendo a cara de cerveja e proibimos a maconha, proibimos tudo ou fingimos ignorância? Talvez, algum dia, venhamos a abraçar o primo excêntrico, e percebamos que seu jeito relaxado é, de fato, o ritmo da vida mais leve que todos almejamos secretamente.
Forte abraço e até a próxima.

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